Ouso da minha pequenez, elevar um humilde martelo. Em verdade é um martelo que formalmente sequer existe. Admito, existe sequer conceitualmente! Mas quero elevar um martelo, e eis, assim, o que faço.
Assim posso sem que eles notem, ir consertando aquele mundo enfiado goela abaixo, que entulha o cérebro e embota o coração. Como o martelo, este mundo não existe, ou melhor, existem ambos no mesmo universo, aquele mais sutil e frágil que o outro, que ousamos chamar realidade. Lá, conserto o mundo sem que eles vejam, quando fecho os olhos para o que eles fazem.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
No alto
Azul, é o modo como durante, o sol se relaciona com o céu.
E
Estas imagens que aparecem fantasiadas de nuvens, fugazes como um pensamento, são o modo de ser da consciência da Terra, ou apenas a minha consciência?
E
Estas imagens que aparecem fantasiadas de nuvens, fugazes como um pensamento, são o modo de ser da consciência da Terra, ou apenas a minha consciência?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Caminhos
Preciso de todas as razões do mundo.
Nada como estar determinado caminhando para algum lugar, e só existem dois caminhos para seguir: para dentro e para fora. Os dois se percorre simultaneamente.
Mais de 90% do mundo não têm o direito de escolher estes caminhos. São escravos, parados, presos ao grilhão da necessidade imposta.
Imposta pelos que não dormem, com medo dos que não comem.
Nada como estar determinado caminhando para algum lugar, e só existem dois caminhos para seguir: para dentro e para fora. Os dois se percorre simultaneamente.
Mais de 90% do mundo não têm o direito de escolher estes caminhos. São escravos, parados, presos ao grilhão da necessidade imposta.
Imposta pelos que não dormem, com medo dos que não comem.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
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